vida

aberta para balanço.

o fim do ano sempre me deixa pensativa. mesmo sabendo que a divisão do ano assim não passa de uma convenção social, não deixa de ter um peso de fim de um ciclo para início de outro.

e nada melhor do que encerrar uma fase fazendo uma reavaliação da vida, um balanço do ano. entre as ‘promessas’ e resoluções de início de ano, é bom ver o que mudou (porque sempre muda) para melhor.

*felicidade como objetivo

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os desconfiados dirão que é um dos clichês mais comuns, mas definitivamente neste ano mudei uma chavinha na minha vida: o pensamento.

olhar pra grama do vizinho e desejar outras coisas que você não tem pode ser bom ou ruim, só depende da sua abordagem. se você almeja, mas não faz nada para mudar a vida que tem, isso pode te corroer por dentro e a inveja pode realmente tomar conta para além dos níveis saudáveis. se esse desejo te impulsiona a agir, para mudar sua vida para melhor, ponto pra você.

em 2013, eu decidi que algumas coisas iam ser diferentes. eu não estava satisfeita, mas esperar resultados diferentes fazendo a mesma coisa não é a atitude mais esperta do mundo (para dizer o mínimo).

relacionamento, família, trabalho, eu mesma. mudei meu pensamento e minha forma de encarar o mundo e o que me acontecia. a mudança não partiria de ninguém, a não ser de mim mesma. e a felicidade passou a ser meu objetivo. não queria sempre pensar nas áreas da minha vida com um ‘mas’ na sequência.

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o reforço positivo, a análise das situações de maneira mais racional (e não emocional) e o plano de mudança funcionaram muito bem para mim. claro, cada um é de um jeito. mas, clichês à parte, um passo à frente e você já não está mais no mesmo lugar.

*agradecimento como filosofia

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talvez eu tenha sorte, eu seja otimista demais ou enxergue menos mal do que realmente há no mundo. o fato é que pra mim a vida é boa.

e neste ano aprendi a agradecer por cada momento. mais do que isso, aprendi a deixar o outro saber como estou feliz por estar vivendo esse momento ao lado dele (seja namorado, pais, irmão, amigos).

todos temos questões, dúvidas e passamos por incertezas durante o caminho, mas eu decidi valorizar o que me acontece de bom.

6

pra mim, coisas boas trazem coisas boas. por isso, dizer um ‘muito obrigada’ por cada uma das coisas boas que me acontece têm me ajudado a seguir num caminho positivo de atrair ainda mais o bem.

*fé na vida (e nas pessoas)

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deve ser muito triste viver sem esperança. porque o mundo deve parecer cruel e inóspito se você não acredita que há possibilidade de mudança. contrariando grande parte dos meus amigos, eu acredito nas pessoas.

às vezes sou até julgada como ingênua, mas é que eu tenho fé. em muita gente. porque, para mudar, basta se movimentar. acredito que, quanto mais gente acreditar e fizer o bem, estaremos mais próximos de um ambiente agradável para o maior número de pessoas viver. e, por uma questão de coerência, eu não poderia acreditar nas pessoas, ter fé na humanidade e não fazer o bem.

fazer o bem para mim é algo que começa bem micro e ganha dimensões astronômicas. começa com um ‘bom dia’, passa por um ‘obrigada’ e engloba toda a vida.

pode soar pedante, mas essa é a pessoa que eu tentei ser neste ano. por enquanto, acho que o balanço é positivo. especialmente porque estou aberta a aprimorar essas questões. vai dar certo? talvez. mas só vou descobrir tentando.

7

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imagens: pinterest

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